Domingo, Junho 11, 2006
Um dos carros de combate que o Exército equaciona substituir, devido à sua antiguidade, avariou este sábado no Porto durante o desfile militar das comemorações do Dia de Portugal.
A avaria ocorreu num dos quatro carros de combate M60 A3, do Sub-Agrupamento da Brigada Mecanizada do Exército, de Santa Margarida. O primeiro-ministro, em declarações à RTP acerca da avaria, desvalorizou o ocorrido, referindo que “não há comparação” entre o equipamento das Forças Armadas de hoje e de há 10 anos. “O país tem feito um grande esforço financeiro para reequipar as Forças Armadas, tal como elas precisam, mas é óbvio que nem tudo está feito”, explicou. Recorde-se que os M60 A3 foram cedidos pelos Estados Unidos ao Exército português há cerca de dez anos, equacionando-se agora a sua substituição por carros Leopard 1 A-5, de origem holandesa e igualmente em segunda mão, mas em melhor estado.
Fonte: Correio da Manhã
Seleccionador do Togo demite-se

Adjunto promovido a seleccionador
Kodjovi Mawuena foi nomeado seleccionador do Togo em substituição de Otto Pfister, que se demitiu por não ter sido resolvido o contencioso que opõe os jogadores à Federação por causa dos prémios. "Ao chegar ao Togo tinham-me prometido que a questão dos prémios estava resolvida. No entanto, não é isso que acontece. Como tal, decidi demitir-me", explicou o técnico radicado em África. O substituto, o togolês Mawuena, era um dos três adjuntos de Pfister e vai estar no banco na estreia, na quarta-feira, frente à Coreia do Sul.
Portugal entra com o pé direito no Mundial da Alemanha

A selecção nacional de Portugal bateu esta noite Angola por uma bola a zero. A equipa das quinas teve uma entrada forte nos minutos iniciais e chegou rapidamente ao golo pelo matador Pauleta. Portugal controlou praticamente toda a partida, pese embora os angolanos nunca tivessem tornado a partida fácil. Destaque também para os milhares de portugueses presentes em Colónia. Tal como se viu há dois anos atrás, no Euro 2004, a euforia continua em redor da selecção nacional. Cabe agora aos jogadores portugueses tentar retribuir em campo o apoio fantástico dos lusos que perseguem a equipa portuguesa pela Alemanha.
Luís Figo, em declarações no final do jogo, admitiu que "ficou feliz pelo resultado final apesar da exibição não ter sido brilhante". No entanto, o extremo português salientou que "a imprensa não pode pedir à selecção que ganhe os jogos todos por goleda. É preciso moderação porque, apesar de não termos jogado muito bem, também não nos podem pedir que sejamos perfeitos".
Por outro lado, Luiz Felipe Scolari reconheceu que "o resultado foi melhor que a exibição". Explicou ainda que "Deco não jogou por precaução mas se esta fosse uma partida decisiva para nós poderíamos utilizá-lo". O seleccionador brasileiro terminou a sua intervenção ao dizer que "Portugal pode jogar agora mais tranquilo nas próximas partidas porque entrou com o pé direito na competição".
A título informativo aqui ficam as equipas que Portugal e Angola apresentaram na sua estreia do Campeonato de Mundo 2006:
Portugal: Ricardo; Miguel, Fernando Meira, Ricardo Carvalho e Nuno Valente; Petit e Tiago; Cristiano Ronaldo, Figo e Simão; Pauleta.
Angola: João Ricardo; Loco, Jamba, Kali e Delgado; André e Figueiredo; Zé Kalanga, Mateus e Mendonça; Akwá.
Mundial 2006 já começou

O Mundial alemão, no passado dia 9 de Junho, deu o seu pontapé de saída em Munique. A selecção da Alemanha, por ser anfitriã, abriu a prova contra a Costa Rica. Os alemães bateram o seu oponente por esclarecedores 4 – 2, começando da melhor forma o torneio. Assim, Jurgen Klinsman, severamente criticado no seu país de origem, ultrapassou o primeiro teste de fogo com distinção e pode agora respirar melhor. A contar para o mesmo grupo A, em Gelsenkirchen, defrontaram-se as selecções da Polónia e Equador. Levaram a melhor os equatorianos que derrotaram os polacos por duas bolas a zero.
No dia seguinte, dia 10 de Junho, foi a vez das equipas do Grupo B se estrearem no Mundial. A Inglaterra, em Frankfurt, confirmou o seu favoritismo e conseguiu ultrapassar o Paraguai por 1 – 0. Um resultado magro mas que serve em absoluto os objectivos dos pupilos de Sven-Goran Eriksson. A surpresa do grupo veio do outro jogo, onde a Suécia não conseguiu derrubar a menos cotada Trinidad e Tobago. Um nulo foi o resultado final do encontro disputado em Dortmund.
O Grupo C não reservou surpresas. Em Hamburgo, a Argentina venceu a Costa do Marfim por 2 – 1 e a Holanda ganhou à Sérvia e Montenegro por 1 – 0 na cidade alemã de Leipzig.
É caso para dizer que a procissão ainda vai no adro e que não faltarão motivos de interesse para os apaniguados do desporto-rei descobrirem durante o próximo mês.
Gil Vicente fica na Liga

O Gil Vicente vai ficar na primeira liga, dado que a Comissão Disciplinar (CD) da Liga de Clubes decidiu arquivar o processo que poderia levar à despromoção do clube de Barcelos.
Devido à inscrição irregular do jogador Mateus, a Académica e o Belenenses apresentaram uma queixa junto da Liga de Clubes. Quando analisado pela primeira vez, tendo um dos quatro elementos da CD alegado incompatibilidade devido a ser familiar de um dirigente do Gil, o resultado da votação foi de 2-1 a favor da tese do Belenenses, pelo que surgiram as primeiras notícias de que o Gil seria despromovido.
No entanto na reunião da passada segunda feira, o elemento que tinha pedido escusa, decidiu exercer o seu voto sendo o resultado da votação 2-2. O presidente da CD, Gomes da Silva, que já na primeira reunião tinha votado a favor da tese do Gil, exerceu o seu voto de qualidade, desempatando a favor do arquivamento do processo.
Na sequência desta decisão, os dois elementos que votaram a favor da tese do Belenenses manifestaram a sua intenção de se demitir.
O presidente do Gil Vicente, António Fiúza, declarou estar “muito satisfeito” com a decisão, que assim deu por terminado “um pesadelo”. Afirmou ainda que “foi feita justiça”.
Fonte: JN
Devido à inscrição irregular do jogador Mateus, a Académica e o Belenenses apresentaram uma queixa junto da Liga de Clubes. Quando analisado pela primeira vez, tendo um dos quatro elementos da CD alegado incompatibilidade devido a ser familiar de um dirigente do Gil, o resultado da votação foi de 2-1 a favor da tese do Belenenses, pelo que surgiram as primeiras notícias de que o Gil seria despromovido.
No entanto na reunião da passada segunda feira, o elemento que tinha pedido escusa, decidiu exercer o seu voto sendo o resultado da votação 2-2. O presidente da CD, Gomes da Silva, que já na primeira reunião tinha votado a favor da tese do Gil, exerceu o seu voto de qualidade, desempatando a favor do arquivamento do processo.
Na sequência desta decisão, os dois elementos que votaram a favor da tese do Belenenses manifestaram a sua intenção de se demitir.
O presidente do Gil Vicente, António Fiúza, declarou estar “muito satisfeito” com a decisão, que assim deu por terminado “um pesadelo”. Afirmou ainda que “foi feita justiça”.
Fonte: JN
Ministério recompensa professores que não faltam
Os professores que menos faltarem ao longo do ano lectivo serão beneficiados aquando da distribuição dos trabalhos a realizar terminado o período de aulas, determinou o Ministério da Educação (ME) em carta enviada às Direcções Regionais de Educação.
As orientações do ME dizem que os Conselhos Executivos devem ter “em consideração a assiduidade e a sobrecarga que alguns docentes tiveram ao longo do ano lectivo”, beneficiando-os na distribuição de tarefas como a supervisão de exames e os trabalhos de preparação do próximo ano lectivo.
O ME justifica esta orientação devido ao facto de vários docentes faltarem ao longo do ano ao abrigo de um artigo do Estatuto da Carreira Docente que permite «justificar a ausência, desde que a mesma seja descontada no período de férias”. Assim os professores mais assíduos serão recompensados, tendo que ir menos vezes à escola, em prejuízo dos mais faltosos.
Fonte: JN
As orientações do ME dizem que os Conselhos Executivos devem ter “em consideração a assiduidade e a sobrecarga que alguns docentes tiveram ao longo do ano lectivo”, beneficiando-os na distribuição de tarefas como a supervisão de exames e os trabalhos de preparação do próximo ano lectivo.
O ME justifica esta orientação devido ao facto de vários docentes faltarem ao longo do ano ao abrigo de um artigo do Estatuto da Carreira Docente que permite «justificar a ausência, desde que a mesma seja descontada no período de férias”. Assim os professores mais assíduos serão recompensados, tendo que ir menos vezes à escola, em prejuízo dos mais faltosos.
Fonte: JN
O Super Rock dos Franz Ferdinand
Os escoceses Franz Ferdinand fecharam o primeiro dia do Act 2 do festival Super Bock Super Rock.
Que grande concerto. Mais de 30.000 pessoas deslocaram-se ao Parque das Nações, onde está instalado o recinto do maior festival de música urbano do país, para presenciarem os concertos.
No dia dedicado ao rock, os reis foram os Franz Ferdinand.Os concertos começaram por volta das 19:00, mas por essa altura ainda muitos não tinham chegado ao recinto. À medida que a noite foi avançando o recinto foi enchendo, embora grande parte dos presentes se mantivessem nas esplanadas e relvados do recinto.
Apenas por volta das 2:00 todos se concentraram em frente ao palco principal.
Depois de mais de 10 concertos tinha chegado a hora que todos aguardavam. Os quatro rapazes de Glasgow subiam ao palco com uma força e vigor à qual ninguém passou indiferente.
Ao longo de uma hora e meia, o quarteto liderado por Alex Kapranos incendiou a plateia. Desfilaram pelo palco músicas do seu último álbum “You Could Have It So Much Better”, assim como êxitos do seu primeiro disco, tais como “Take me out” ou “Fire”.
O público rendeu-se. Uns imitavam o vigoroso bater de perna de Alex, outros cantavam, outros tocavam guitarras imaginárias. Foi o “Super Rock Super Rock” dos Franz Ferdinand.
“É um prazer voltar a Portugal”, disse o guitarrista Nick McCarthy

A entrevista estava marcada para as 13:00 num hotel da capital. Quando chegamos em frente ao hotel, ali estavam os Franz Ferdinand em plena Avenida da Liberdade. Depressa percebemos que a imagem de inacessibilidade, normalmente associada às grandes estrelas, não encaixa de todo nestes rapazes. Respondiam às perguntas dos jornalistas com simpatia e sorriam para as pessoas que os reconheciam. Estas ficavam incrédulas com tal visão, porque não existiam seguranças nem barreiras, e apenas alguns jornalistas denunciavam a sua presença.
O baixista Nick McCarthy dirigiu-se a nós, simpático e afável, e começamos a nossa conversa.
Perguntamos do que se recordava quando chegava a Portugal. Nick disse-nos que se lembrava dos dois concertos que a banda já deu em Portugal, para além de uma história curiosa: “Lembro-me de há uns anos estar no Porto, junto ao rio. Existiam lá bastantes bares e as pessoas bebiam na rua. Estava tocado, tentei comprar marijuana e tentaram assaltar-me… (risos)”.
Quando questionado se havia por parte da banda o medo de se tornarem populares, Nick respondeu com à vontade: “Não! Olhem para os Beatles. Quantos mais populares eram melhores ficaram”.
Despediu-se com um: ”Desfrutem do concerto!”:As entrevistas tinham acabado. Algo receosos, pedimos para tirar umas fotografias. A resposta não poderia ser mais afável: “Of course. We are here for it!”.
Com a simpatia própria de quem não necessita de aparato para ser estrela, despediram-se e entraram no hotel. Apetece-me dizer que mesmo sem as guitarras são muito grandes!
O baixista Nick McCarthy dirigiu-se a nós, simpático e afável, e começamos a nossa conversa.
Perguntamos do que se recordava quando chegava a Portugal. Nick disse-nos que se lembrava dos dois concertos que a banda já deu em Portugal, para além de uma história curiosa: “Lembro-me de há uns anos estar no Porto, junto ao rio. Existiam lá bastantes bares e as pessoas bebiam na rua. Estava tocado, tentei comprar marijuana e tentaram assaltar-me… (risos)”.
Quando questionado se havia por parte da banda o medo de se tornarem populares, Nick respondeu com à vontade: “Não! Olhem para os Beatles. Quantos mais populares eram melhores ficaram”.
Despediu-se com um: ”Desfrutem do concerto!”:As entrevistas tinham acabado. Algo receosos, pedimos para tirar umas fotografias. A resposta não poderia ser mais afável: “Of course. We are here for it!”.
Com a simpatia própria de quem não necessita de aparato para ser estrela, despediram-se e entraram no hotel. Apetece-me dizer que mesmo sem as guitarras são muito grandes!
Agradecimentos: Emanuel Botelho e Hogo Gomes.
Quinta-feira, Maio 25, 2006
Maior Prémio da Literatura Portuguesa recusado
Luandino Vieira, escritor angolano, recusou receber o prémio Camões 2006, anunciou ontem o Ministério da Cultura.Desde a passada sexta-feira, 19, dia em que o seu nome foi anunciado para suceder ao da brasileira Lygia Fagundes Telles (Camões/ 2005), que Luandino Vieira se refugiou no silêncio.
O escritor alegou agora, como justificações para a sua decisão, "razões pessoais, íntimas".
O maior galardão da literatura portuguesa (prémio no valor de 100 mil euros) foi pela segunda vez recusado. Já em 1994 o poeta Herberto Hélder havia declinado receber esta distinção, na altura o prémio era de 35 mil euros.
Segundo a ministra da Cultura a recusa do escritor não implica, da parte do júri, o anúncio de um segundo nome. Socorrendo-se para tal do regulamento do prémio que não prevê este tipo de situação. "Houve prémio, foi atribuído, mas o autor entendeu não o receber", referiu ao Diário de Notícias. Isabel Pires de Lima adiantou que os 50 mil euros da comparticipação portuguesa ficarão no orçamento do Gabinete de Relações Internacionais do ministério.
A pesar na sua decisão, aponta José Rodrigues, escultor e dono do Convento S. Payo em Vila Nova de Cerveira no qual o escritor angolano se isolou há cerca de dez anos, estará o modo de vida "despojado" do escritor, como justificação possível da recusa.
Fonte: Diário de Notícias
Quarta-feira, Maio 24, 2006
Sub 21 entram a perder no Europeu da categoria
Desilusão. Deste modo se pode caracterizar a entrada da selecção sub 21 no Europeu de Futebol. Frente à poderosa equipa da França, os pupilos de Agostinho Oliveira não conseguiram debelar a pressão de jogar frente ao seu público e perderam por uma bola a zero. Com o estádio Municipal de Braga completamente cheio, a selecção portuguesa não foi capaz de derrotar a sua congénere francesa e, deste modo, entrou a perder na primeira jornada do Grupo A da fase final do Europeu. Fazendo um jogo sem brilhantismo ou pragmatismo, Portugal desde cedo mostrou dificuldades em abordar o jogo de modo eficiente. O meio campo português, composto por Raúl Meireles, João Moutinho e Manuel Fernandes, um dos sectores mais valiosos, esteve bastante aquém do que pode e sabe produzir. No cômputo geral, a equipa lusa não jogou enquanto tal, nem tão pouco funcionou a espaços, assentando bem a vitória aos gauleses. Estes foram mais fortes e consistentes, jogando na expectativa e com uma solidez defensiva impressionante. Da primeira parte regista-se o nervoso apresentado pelos jogadores portugueses, mais faltosos, (Quaresma viu o amarelo ao minuto 15 por uma falta ríspida) e uma equipa apática, vivendo à sombra dos rasgos individuais do extremo portista. Neste cenário os franceses respondiam em contra-ataque. Já perto do intervalo, Rolando ainda salva, em cima da linha, um golo certo dos visitantes, mas a inspiração não estava com os jovens lusos e é após Sinama-Pongolle, o perigoso avançado do Liverpool, ter rematado ao poste, que os franceses chegaram mesmo ao golo. Faltavam cinco minutos para o intervalo. Briand, dianteiro do Rennes, bateu Bruno Vale com um cabeceamento feliz, na sequência de um lance de bola parada. Agostinho Oliveira ainda tentou mudar o rumo dos acontecimentos na segunda parte, fazendo entrar Varela, Diogo Valente e Lourenço para o ataque. Mas nem os reforços nem Hugo Almeida conseguiram desfeitear Mandanda, o guarda-redes gaulês. Os franceses, tranquilos, souberam gerir a vantagem no segundo tempo. Seguraram bem a bola e aproveitaram o desespero português, que se fazia sentir também nas bancadas. Parece até tradição portuguesa perder o primeiro jogo de competições internacionais, à imagem do que aconteceu no Mundial de 2002, no Europeu de 2004 e no Europeu de sub 21 há dois anos. Portugal terá de ganhar amanhã à Sérvia e Montenegro, em Barcelos, para manter intactas as suas aspirações de passar às meias-finais da prova. |
Zero 7 do Jardim para o Mundo
Sexta-feira, Maio 12, 2006
Carvalhal apresentado no Sporting de Braga
Numa conferência de imprensa anormal em Braga, pela cobertura jornalística envolvente, Carlos Carvalhal foi apresentado como treinador dos arsenalistas. Os objectivos passam pela afirmação nacional como “quarto grande” e internacional pela “qualificação para a Taça UEFA”.
Está apresentado o sucessor de Jesualdo Ferreira no Braga. Carlos Carvalhal, ex-belenenses, filho da terra e formado no clube como “jogador e homem”, tal como o próprio refere foi o escolhido.
Carvalhal, apesar de considerar que "a fasquia está alta, devido ao bom trabalho de Jesualdo Ferreira", tem como objectivos qualificar o Braga para a fase de grupos da Taça UEFA, afirmar o clube minhoto como quarto grande do futebol nacional e ainda chegar ao Jamor.
Da equipa técnica e plantel, disse que aguarda definições, remetendo os jornalistas para a próxima semana, altura em que prevê o corpo técnico esteja definido. O jornal desportivo “O Jogo” adiantou, entretanto, que Rifa, Miguel Cardoso e Vital estão certos na equipa bracarense. O novo técnico disse que quer "manter o núcleo duro da equipa" e avançar para as contratações necessárias, não divulgando nenhum nome.Ao seu lado, na conferência, estavam o presidente António Salvador, o adjunto Carlos Garcia e dois administradores da SAD, Manuel Rodrigues e Paulo Resende. António Salvador, na declaração introdutória, definiu o que quer da nova equipa técnica: "Está aqui para dignificar o clube", disse. Depois vieram as perguntas e à questão porque escolheu Carvalhal, Salvador respondeu sob a forma de elogios: "É um técnico que se enquadra nos valores do clube, é ambicioso, dinâmico, empreendedor e cooperante, além de que gosta de desafios, estando na disposição de formar um grupo forte, coeso e com espírito ganhador".
O desejo de o contratar já era antigo. Há três anos e meio, quando o Braga estava no posição classificativa incómoda, Carvalhal parecia certo no comando técnico bracarense, mas os rumores de uma eventual transferência esfumaram-se e Jesualdo foi o escolhido. Agora “com tremendo orgulho” é altura de pegar na herança que o seu professor lhe deixou. "Pretendemos dar continuidade a esse trabalho, se bem que com o nosso cunho pessoal e tentar melhorar", concluiu.Fonte: "O Jogo"
Habitual troca de treinadores já começou na Liga Betandwin
Ainda mal acabou a Liga Betandwin e a dança de cadeiras entre os treinadores já começou. No topo, Ronal Koeman, do Benfica, saiu para o PSV de Eindhoven. O clube da Luz procura agora o seu sucessor. Segundo o desportivo “O Jogo” o melhor colocado parece ser Zaccheroni. Adianta o jornal que está prevista uma reuniao entre o treinador italiano e José Veiga, em Paris. Mas ao que a “A Bola” apurou ontem (11/05), em inquérito on line no seu sitio da net, os benfiquistas preferem Camacho, Scolari ou Erikson.
No Sporting de Braga, Carlos Carvalhal foi apresentado. A direcção não renovou o vínculo com Jesualdo Ferreira e optou por contratar o técnico ex-Belenenses. O professor vai treinar agora o Boavista.
Na Madeira, o “europeu” Nacional procura novo treinador, uma vez que Manuel Machado abraçou o projecto dos”Estudantes” de Coimbra.
Pelo meio da tabela, Jorge Jesus abandonou a União de Leiria, devido a divergências salariais. João Bartolomeu, presidente da União, procura novo timoneiro para a equipa.
O despromovido Vitória de Guimarães chegou a acordo com Norton de Matos, até agora sem clube, recorde-se que abandonou o Vitória de Setúbal por motivos financeiros.
Quinta-feira, Abril 20, 2006
A liberdade de expressão nos meios de Comunicação Social em debate na Universidade do Minho.
No auditório do novo edifício da Escola de Engenharia, decorrem as IX Jornadas de Comunicação Social, organizadas pelo GACSUM (Grupo de Alunos de Comunicação Social). As Jornadas foram divididas em duas partes, a primeira, decorreu ontem, dia 19, e promoveu o debate de ideias e de problemas afectos aos media, e a segunda, agendada para o dia de hoje será dedicada workshops diversos.
No último painel da tarde de ontem debateu-se o conflito de liberdades. Compunham o painel Lídia Branco, jornalista e advogada, Luís Botelho Ribeiro, docente na UM e pré-candidato à Presidência da República em 2006 e ainda José Rui Teixeira, teólogo, escritor e professor de Filosofia. Moderou o debate Madalena Oliveira, docente do Instituto de Ciências Sociais da UM.
Avisando os presentes que tentaria não utilizar uma linguagem jurídica muito técnica, a advogada Lídia Branco iniciou a sessão dizendo que há outros tipos de liberdades além da liberdade de expressão. Referiu também que as liberdades, direitos e garantias dos cidadãos estão salvaguardadas na constituição portuguesa, e que esta é “como a Bíblia para os católicos”.
“Quando recebi o convite para vir falar de liberdade de expressão, lembrei-me logo de Maomé com uma bomba na cabeça”, comentou a jurista, lembrando aos presentes o mediatizado caso das caricaturas dinamarquesas do Profeta muçulmano. Para logo de seguida advertir que os jornalistas” têm uma função pública de informar” e que devem respeitar os limites de acção da sua profissão.
As polémicas caricaturas valeram de Lídia Branco, simultaneamente, uma crítica e um aviso aos jornalistas. Considerou que estes não encontraram um equilíbrio estável entre as diferentes áreas em conflito, reclamando mesmo que se deveria ter imposto o “princípio da concordância prática”, a fim dos vários pratos da balança não ficarem desequilibrados.
Das relações entre o poder jornalístico e a esfera jurídica, a advogada e jornalista comentou, de modo lacónico, que “por vezes, não existe equilíbrio e respeito entre diversas áreas”.
Conclui a sua participação apelando aos jovens estudantes de comunicação social presentes no auditório para a realização de um jornalismo “responsável, sério e com limites”.
O segundo elemento convidado a tomar a palavra foi Luís Botelho Ribeiro. Disse que “tinha preparado um discurso muito crítico” para a conferência apesar de não ser um “crítico da imprensa”. Referiu que “como engenheiro” responde perante uma Ordem e perante um conjunto de regras e limites legais o que “não acontece noutras áreas”. Lembrou o julgamento do caso da ponte Entre-os-Rios, no qual “estão constituídos arguidos seis engenheiros e nenhum político”. Declarou que “em Portugal assiste-se a muita promiscuidade entre políticos, juristas, administradores públicos e privados” e que era necessário, para combater essa situação, “bom senso, moral pessoal, barreiras legais, conhecimento técnico da informação e qualidade dos profissionais”. Menos crítico, no final da exposição, demonstrou o desejo de ver a Imprensa como “espaço onde os cidadãos desenvolvam consciência cívica” e também de aquela encontrar a protecção necessária para a realização do seu trabalho, aludindo à demorada criação da Entidade Reguladora de Comunicação.
José Rui Teixeira, teólogo, escritor e professor de Filosofia foi o último a dar o seu contributo. Apontou, de imediato, ser necessário "honestidade intelectual" para a realização de qualquer profissão, em especial a de jornalista, porque “o que for retratado, se não tiver correspondência real ou verídica, carece desse imperativo”.
Como “teólogo independente”, teceu alguns comentários aos meios de comunicação social. Nomeadamente quando estes noticiaram a “nova lista de pecados da Igreja”. Referiu que o cardeal que “não merece especial consideração e que o que ele disse tem pouquíssima importância”, porque, justifica, “ele não quis legislar nem acrescentar nenhuma lista de pecados”. Reconheceu que os meios de comunicação não fazem uma contextualização nem um enquadramento específico das notícias porque, diz, preocupam-se em “vender e ter audiências”. Tal provoca, no entender de José Rui Teixeira, a confusão entre “liberdade de expressão e excessos de liberdade de expressão”.
Sobre a descoberta do “Evangelho de Judas” comentou que o documento “não tem importância teológica” e, mais adiante, disse que a escritura “valia zero”. Acusou ainda os meios de comunicação social de “mediatismo” na promoção do conjunto de textos encontrados. Quanto à polémica das caricaturas foi sintético, declarou “não afectar muito” porém, se existir “honestidade intelectual” as pessoas verão respeitados os seus interesses, os seus gostos e as suas crenças.
O final da sessão foi reservado para uma ronda de perguntas da plateia aos convidados.
No último painel da tarde de ontem debateu-se o conflito de liberdades. Compunham o painel Lídia Branco, jornalista e advogada, Luís Botelho Ribeiro, docente na UM e pré-candidato à Presidência da República em 2006 e ainda José Rui Teixeira, teólogo, escritor e professor de Filosofia. Moderou o debate Madalena Oliveira, docente do Instituto de Ciências Sociais da UM.
Avisando os presentes que tentaria não utilizar uma linguagem jurídica muito técnica, a advogada Lídia Branco iniciou a sessão dizendo que há outros tipos de liberdades além da liberdade de expressão. Referiu também que as liberdades, direitos e garantias dos cidadãos estão salvaguardadas na constituição portuguesa, e que esta é “como a Bíblia para os católicos”.
“Quando recebi o convite para vir falar de liberdade de expressão, lembrei-me logo de Maomé com uma bomba na cabeça”, comentou a jurista, lembrando aos presentes o mediatizado caso das caricaturas dinamarquesas do Profeta muçulmano. Para logo de seguida advertir que os jornalistas” têm uma função pública de informar” e que devem respeitar os limites de acção da sua profissão.
As polémicas caricaturas valeram de Lídia Branco, simultaneamente, uma crítica e um aviso aos jornalistas. Considerou que estes não encontraram um equilíbrio estável entre as diferentes áreas em conflito, reclamando mesmo que se deveria ter imposto o “princípio da concordância prática”, a fim dos vários pratos da balança não ficarem desequilibrados.
Das relações entre o poder jornalístico e a esfera jurídica, a advogada e jornalista comentou, de modo lacónico, que “por vezes, não existe equilíbrio e respeito entre diversas áreas”.
Conclui a sua participação apelando aos jovens estudantes de comunicação social presentes no auditório para a realização de um jornalismo “responsável, sério e com limites”.
O segundo elemento convidado a tomar a palavra foi Luís Botelho Ribeiro. Disse que “tinha preparado um discurso muito crítico” para a conferência apesar de não ser um “crítico da imprensa”. Referiu que “como engenheiro” responde perante uma Ordem e perante um conjunto de regras e limites legais o que “não acontece noutras áreas”. Lembrou o julgamento do caso da ponte Entre-os-Rios, no qual “estão constituídos arguidos seis engenheiros e nenhum político”. Declarou que “em Portugal assiste-se a muita promiscuidade entre políticos, juristas, administradores públicos e privados” e que era necessário, para combater essa situação, “bom senso, moral pessoal, barreiras legais, conhecimento técnico da informação e qualidade dos profissionais”. Menos crítico, no final da exposição, demonstrou o desejo de ver a Imprensa como “espaço onde os cidadãos desenvolvam consciência cívica” e também de aquela encontrar a protecção necessária para a realização do seu trabalho, aludindo à demorada criação da Entidade Reguladora de Comunicação.
José Rui Teixeira, teólogo, escritor e professor de Filosofia foi o último a dar o seu contributo. Apontou, de imediato, ser necessário "honestidade intelectual" para a realização de qualquer profissão, em especial a de jornalista, porque “o que for retratado, se não tiver correspondência real ou verídica, carece desse imperativo”.
Como “teólogo independente”, teceu alguns comentários aos meios de comunicação social. Nomeadamente quando estes noticiaram a “nova lista de pecados da Igreja”. Referiu que o cardeal que “não merece especial consideração e que o que ele disse tem pouquíssima importância”, porque, justifica, “ele não quis legislar nem acrescentar nenhuma lista de pecados”. Reconheceu que os meios de comunicação não fazem uma contextualização nem um enquadramento específico das notícias porque, diz, preocupam-se em “vender e ter audiências”. Tal provoca, no entender de José Rui Teixeira, a confusão entre “liberdade de expressão e excessos de liberdade de expressão”.
Sobre a descoberta do “Evangelho de Judas” comentou que o documento “não tem importância teológica” e, mais adiante, disse que a escritura “valia zero”. Acusou ainda os meios de comunicação social de “mediatismo” na promoção do conjunto de textos encontrados. Quanto à polémica das caricaturas foi sintético, declarou “não afectar muito” porém, se existir “honestidade intelectual” as pessoas verão respeitados os seus interesses, os seus gostos e as suas crenças.
O final da sessão foi reservado para uma ronda de perguntas da plateia aos convidados.
Debateu-se "A Liberdade da Arte"
Este foi o tema de um dos encontros realizados no âmbito das IX Jornadas de Comunicação Social, que decorreram no passado dia 19 de Abril sob o tema “A liberdade de expressão”.
Este painel contou com a participação do regente da cadeira de Informação e Comunicação da Manchester Metropolitan University, John Cawood, do escritor e editor Valter Hugo Mãe, da directora do Museu Nogueira da Silva, Carolina Leite e ainda do actor e encenador João Negreiros. A moderação ficou a cargo do jornalista Nuno Passos.
Cada um dos oradores falou da liberdade numa arte específica
John Cawood incidiu a sua apresentação nas inúmeras possibilidades que as novas tecnologias fornecem à música, como a possibilidade da recriação de novos significados, a partir de outras músicas, dando o exemplo do “sample e remix”.
Valter Hugo Mãe falou da liberdade de editar crítica literária, referindo um processo judicial instaurado pela editora de Margarida Rebelo Pinto, Oficina do Livro, à editora da qual é proprietário e editor, a Objecto Cardíaco. O processo foi instaurado devido à publicação do livro «Couves & Alforrecas: Os Segredos da Escrita de Margarida Rebelo Pinto», em que a escrita da autora é fortemente criticada.
Carolina Leite abordou o tema da liberdade nas artes plásticas, dizendo que apesar de as obras poderem hoje ser vistas em todo o mundo através da Internet, devido “ao carácter táctil e sensitivo” da observação nas artes plásticas, as novas tecnologias nunca poderão substituir a observação “in loco”.
Na última intervenção, João Negreiros adoptou um estilo diferente de todos os outros oradores, falando de pé. Falou essencialmente das hierarquias e estatutos no teatro. Arrancou várias gargalhadas da plateia, quando em tom irónico referiu que “ em Portugal um actor que faça teatro nas escolas é mau…” e que “qualquer peça no Teatro Nacional é muito boa!”.
Seguiu-se uma ronda de perguntas da plateia aos convidados, tendo o debate encerrado com Valter Hugo Mãe a fazer um desafio aos alunos de Comunicação Social presentes na plateia: “Aqueles que acharem que vão ser livres no exercício da sua profissão que levantem os braços?”. Os braços ficaram todos em baixo.
Este painel contou com a participação do regente da cadeira de Informação e Comunicação da Manchester Metropolitan University, John Cawood, do escritor e editor Valter Hugo Mãe, da directora do Museu Nogueira da Silva, Carolina Leite e ainda do actor e encenador João Negreiros. A moderação ficou a cargo do jornalista Nuno Passos.
Cada um dos oradores falou da liberdade numa arte específica
John Cawood incidiu a sua apresentação nas inúmeras possibilidades que as novas tecnologias fornecem à música, como a possibilidade da recriação de novos significados, a partir de outras músicas, dando o exemplo do “sample e remix”.
Valter Hugo Mãe falou da liberdade de editar crítica literária, referindo um processo judicial instaurado pela editora de Margarida Rebelo Pinto, Oficina do Livro, à editora da qual é proprietário e editor, a Objecto Cardíaco. O processo foi instaurado devido à publicação do livro «Couves & Alforrecas: Os Segredos da Escrita de Margarida Rebelo Pinto», em que a escrita da autora é fortemente criticada.
Carolina Leite abordou o tema da liberdade nas artes plásticas, dizendo que apesar de as obras poderem hoje ser vistas em todo o mundo através da Internet, devido “ao carácter táctil e sensitivo” da observação nas artes plásticas, as novas tecnologias nunca poderão substituir a observação “in loco”.
Na última intervenção, João Negreiros adoptou um estilo diferente de todos os outros oradores, falando de pé. Falou essencialmente das hierarquias e estatutos no teatro. Arrancou várias gargalhadas da plateia, quando em tom irónico referiu que “ em Portugal um actor que faça teatro nas escolas é mau…” e que “qualquer peça no Teatro Nacional é muito boa!”.
Seguiu-se uma ronda de perguntas da plateia aos convidados, tendo o debate encerrado com Valter Hugo Mãe a fazer um desafio aos alunos de Comunicação Social presentes na plateia: “Aqueles que acharem que vão ser livres no exercício da sua profissão que levantem os braços?”. Os braços ficaram todos em baixo.
Quarta-feira, Abril 19, 2006
Regulação ou Auto-regulação?

O Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade e o Projecto Mediascópio organizaram, no passado dia 10 de Abril, na Universidade do Minho, um ciclo de debates intitulado de "A Nova Entidade Reguladora no quadro das políticas de Comunicação em Portugal".
O último painel do dia, centrou a discussão na regulação ou auto-regulação das empresas mediáticas e contou com a intervenção de personalidades como Estrela Serrano, Felisbela Lopes, Alfredo Maia e António Lobo Xavier, sob a moderação de Joaquim Fidalgo.
A primeira intervenção pertenceu a Estrela Serrano (membro da Entidade Reguladora da Comunicação Social) que declarou que um jornalista “tem de possuir sempre liberdade de expressão”. Disse ainda que esta é salvaguardada de várias formas: através da deontologia e da vigilância do público. Se o jornalista perder o respeito pelo público, cedendo a qualquer pressão exterior, como por exemplo do poder económico ou político, perde “o direito de reclamar a liberdade de expressão”. Visto existirem partes no processo de criação jornalística que privilegiam o lado cultural e outras que privilegiam o lado económico, gera-se uma tensão. Esta tensão, dado a liberdade de expressão ser um dos baluartes de “protecção da democracia”, deve ser alvo de uma regulação exterior.
De seguida, Felisbela Lopes (investigadora em informação televisiva) falou-nos sobre “os excessos da TV generalista”. Depois de uma retrospectiva sobre a evolução da televisão generalista na última década, concluiu que a luta pelas audiências ditou que a programação seja cada vez menos variada e que os atropelos aos horários previamente divulgados para a exibição dos programas sejam constantes. Em jeito de conclusão, pediu: “não nos dêem a TV que queremos, nós merecemos mais…”.
Por seu turno, Alfredo Maia (Presidente do sindicato de jornalistas) defendeu não existirem “ instrumentos de auto-regulação nas empresas” e referiu ainda que “ é tempo de chamar as universidades ao processo de debate sobre a regulação.
Por ultimo, António Lobo Xavier (Consultor do Conselho de Administração da Sonae.com), mostrou-se bastante crítico em relação à nova entidade reguladora, embora confie plenamente “nas capacidades dos elementos que as integram”. Começou por ironizar, dirigindo uma pergunta à plateia: “Foi você que pediu a nova entidade reguladora?”. Lobo Xavier defendeu, como acontece em vários outros países, a regulação natural imposta pelo mercado que ressalva a qualidade do jornalismo e a liberdade de expressão.
O público, maioritariamente composto por estudantes da UM, mostrou-se bastante interessado ao longo de toda a discussão e os intervenientes, lamentando a falta de tempo, evidenciaram desde logo disponibilidade para futuros debates sobre a matéria.
Duarte Magalhães e João Pedro Almeida
Sexta-feira, Março 31, 2006
Sporting de Braga recebe Nacional da Madeira na abertura da jornada 29

Esta noite o Sporting de Braga pode alcançar mais um feito histórico, apurar-se, pela terceira vez consecutiva, para uma prova da UEFA. Para tal terá que vencer os Nacionalistas, concorrente directo. Os arsenalistas, para o jogo de logo à noite (21:30h) apresentam sete baixas de vulto Davide, mialgia da face anterior da coxa direita, Paulo Jorge, microrrotura da coxa esquerda, Marinelli, lesão inflamatória no pé direito, Hugo Leal, entorse da articulação tibiotársica esquerda e Cesinha microrrotura do adutor da coxa direita. A somar a estas ausências há ainda os castigados João Tomás e Luís Filipe. Face a estes condicionalismos o professor Jesualdo Ferreira convocou Miguel Oliveira, defesa-central de 22 anos, da equipa B, chamou Rossato, Frechaut e Filipe recuperados de lesão e trocou o guarda-redes Marco por Eduardo.
Do lado dos insulares, o treinador Manuel Machado tem à sua disposição quase todo o plantel, apenas o guarda-redes Diego Benaglio se depara com uma lesão muscular. De regresso estão Ávalos, Goulart, Bruno e Alonso. O professor optou por deixar de fora da partida André Pinto, quarto melhor goleador da liga, aparentemente sem justificação, mas deve ter a ver com o facto de o jogador ter vontade de procurar outro clube.
Depois de, na última jornada frente ao Benfica, ter dito praticamente adeus à Liga dos Campeões, o Sp. de Braga tem esta noite um difícil embate com o Nacional, que embora tenha perdido eficácia nos últimos jogos, já demonstrou, pelas palavras do seu treinador, que vai entrar no jogo com vontade de pontuar a fim de manter a esperança por um lugar na próxima edição de taça UEFA.
Do lado dos insulares, o treinador Manuel Machado tem à sua disposição quase todo o plantel, apenas o guarda-redes Diego Benaglio se depara com uma lesão muscular. De regresso estão Ávalos, Goulart, Bruno e Alonso. O professor optou por deixar de fora da partida André Pinto, quarto melhor goleador da liga, aparentemente sem justificação, mas deve ter a ver com o facto de o jogador ter vontade de procurar outro clube.
Depois de, na última jornada frente ao Benfica, ter dito praticamente adeus à Liga dos Campeões, o Sp. de Braga tem esta noite um difícil embate com o Nacional, que embora tenha perdido eficácia nos últimos jogos, já demonstrou, pelas palavras do seu treinador, que vai entrar no jogo com vontade de pontuar a fim de manter a esperança por um lugar na próxima edição de taça UEFA.

Numa conferência de imprensa anormal em Braga, pela cobertura jornalística envolvente, Carlos Car
